Vozes da divergência

Por Janio de Freitas

Revela-se, no Supremo, a preocupação sobre a apropriação excessiva do poder por um ministro.

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Comentários

Há 3 comentários para esta postagem
  1. Jois Alberto 18 de abril de 2013 14:19

    Barbosa, desse Joaquim, se escreve com ‘s’ ou com ‘z’, Marcos Silva?

  2. Marcos Silva 18 de abril de 2013 11:10

    A Imprensa inflou o ego de Barboza – sua posse como presidente do Supremo foi tratado como megaevento pop. Agora, parece temerosa de alguma coisa que não sei bem o que é. O episódio do mensalão é detestável embora eu receie que seja o feijão-com-arroz dos congressos (Bismarck falava sobre a forma como são feitas leis e salsichas). Prefiro o funcionamento da lei às ditaduras mas não dá para idealizar aquele funcionamento, tem muita coisa complicada que o envolve.

  3. Jairo lima 18 de abril de 2013 10:41

    Vozes da divergência ou vozes do preconceito? O auto de fé contra o ministro Joaquim Barboza parece indicar, antes, o seu mérito.

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