Whitman, imprescindível

Acessei há pouco o Papo Furado, do poeta Jairo Lima, coisa que faço diariamente. E vi que ele transcreveu alguns poemas, de Hilda, de Sophia, de Lorca e… de Whitman. Poeta que descobri em 1983, numa tradução de Geir Campos (Folhas das Folhas da Relva) para a Brasiliense. Foi um acontecimento na minha vida. Encantei-me para sempre com a poesia dele, que se tornou uma das minhas referências poéticas. Depois li outra tradução, portuguesa, se não me engano. Hoje, ganhei de uma dileta amiga, que conhece minha paixão pelo poeta, o texto integral da primeira edição de Folhas de Relva (de 1855), bilingue, da Iluminuras, com prefácio do próprio Whitman. A tradução e posfácio são de Rodrigo Garcia Lopes. O livro foi publicado em 2005 e por alguma razão obscura e incompreensível não o tinha. Agora é que me dou conta do sacrilégio. O que está aqui ao lado é uma reedição, de 2008, um livro muito bonito. É hora de reler o grande poeta novamente.

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