Wolverine

Assisti somente ontem, sem o tumulto dos primeiros dias pós-lançamento e com senhas valiosas de cinema ganhas em sorteio, o badalado X-Men – Origens: Wolverine.

Pelas resenhas que havia lido antes, o filme me parecia decepcionante. Confesso que gostei. Comparável, por exemplo, a Homem de Ferro (John Favreau). Se o parâmetro for Batman – O Cavaleiro das Trevas (Christopher Nolan), aí realmente fica um pouco a desejar.

Foi mostrado um lado mais humano de Wolverine. Não vi ausência de cenas de ação, como foi reclamado. Achei um filme maduro, sem diálogos imbecis comumente vistos nos blockbusters. Tudo na medida certa.

É um filme para se ver no cinema. Os efeitos e as cenas de ação têm um cenário bacana para a telona, bem dirigidos pelo diretor Gavin Hood.

Não entendi a falta do cabelão de Thor e os dentes afiados do Dentes-de-Sabre, embora o carinha que fez o papel do principal inimigo de Wolverine tenha roubado um pouco do filme. Ficou estranha a mudança radical do naipe do cara com relação à primeira edição da trilogia do X-Men, quando ele trava uma luta com Logan no início do filme.

Ainda sobre o Dentes-de-Sabre: nunca soube, pelos quadrinhos, que o cara era irmão de Wolverine. E outra: Wolverine dizer que “tudo está acabado entre nós”, ou coisa parecida, após uma briguinha entre os dois, nooosfa, foi muito demais, hein?

Adendo: As recomendações de Star Trek é que foram muito boas, mesmo aos leigos da série televisiva.

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