Xingu, utopia e tragédia

Por José Geraldo Couto

“Tem alguma coisa neles que morre para sempre assim que a gente encosta”, diz Cláudio Villas Bôas (João Miguel) a certa altura de Xingu, referindo-se aos índios de um modo geral. Essa constatação está no centro do belo filme de Cao Hamburger. É o que lhe dá sentido, convertendo em tragédia o que poderia, nas mãos de um cineasta menos íntegro, ser filmado como um épico.

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